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CRIANDO
COMUNIDADES NA WEB
O conceito de comunidades na Internet se confunde com a própria criação da rede. As
primeiras comunidades on-line eram formadas principalmente por pesquisadores de todo o
mundo. Antes disso, comunidades de militares já utilizam a Internet, porém com menor
frequência que os cientistas.
Estabelecer comunidades on-line é uma forma americana de ver a rede. Pergunte a você
mesmo: quantas comunidades no mundo real você faz parte e interage ativamente? A
comunidade do seu bairro, a comunidade do seu prédio, a comunidade de pais de alunos do
colégio de seu filho? Apesar de existirem vários grupos organizados no Brasil, o
conceito de comunidades não é algo com que os brasileiros estão acostumados. Basta nos
comparar com os EUA, onde as minorias (gays, negros, portadores de deficiências) se unem
em comunidades fortíssimas e conseguem grandes conquistas sociais em proveito próprio.
Existe isso no Brasil? Não.
Mas, como efeito colateral da globalização, os brasileiros estão se reunindo sob
bandeiras de comunidades na rede. Se bem que timindamente.
Surgem então sites para profissionais de todas as áreas e dos mais diferentes credos.
Será que vai pegar? Já está pegando. E aí que surgem as grandes oportunidades da rede.
Ao invês de sites institucionais as empresas hoje criam comunidades que tentam atrair os
consumidores que consomem determinado tipo de produto. Por exemplo: os esportistas podem
participar de uma comunidade de uma empresa que fabrica vitaminas, por exemplo.
Criar uma comunidade não é algo barato ou trivial. É preciso conhecer o público-alvo e
investir em tecnologia, interface e conteúdo para fidelizar este público.
Segundo os autores de Net Gain (veja seção LIVROS do E-LIFE), uma das melhores
publicações sobre a rede a tratar do tema, é preciso criar na comunidade formas de o
usuário se comunicar não apenas com os criadores do site, mas entre eles. Para isso
existem ferramentas como chats e foruns. Mas é preciso que o site esteja orientado neste
sentido.Fonte: terra.com.br |
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